Morador De Rodovia Passa Em 1º Ambiente Em Concurso Púb

11 May 2019 14:58
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<p>Valter Fonseca dos Santos, de 41 anos, vai trocar as ruas por um emprego. O sonho que dura dezesseis anos ser&aacute; poss&iacute;vel por causa de passou em 1&ordm; ambiente no Concurso P&uacute;blico da Prefeitura de Patos de Minas pro Cargo de Coveiro. Ele disputou as tr&ecirc;s vagas abertas com novas vinte e um pessoas. O primeiro investimento do novo funcion&aacute;rio p&uacute;blico ser&aacute; pra alugar uma moradia pra morar.</p>

<p>H&aacute; 16 anos Valter dos Santos saiu de Ilh&eacute;us/BA pra tentar a sorte na cidade mineira, contudo a falta de emprego e chance acabou fazendo com que o sonho fosse adiado. “Nasci em uma favela, num local onde competi&ccedil;&otilde;es e crimes eram frequentes. Todavia nunca quis isso pra minha exist&ecirc;ncia e ap&oacute;s possuir uma decep&ccedil;&atilde;o amorosa n&atilde;o pensei duas vezes em dirigir-se ainda que.</p>

<p>Um conhecido argumentou de Patos de Minas e eu tentei a sorte, no entanto foi tudo bem contr&aacute;rio do que eu pensava”, lembrou. Ele disse que no in&iacute;cio chegou a trabalhar numa lavoura de tomates pra garantir ao menos o sustento, no entanto logo que a safra encerrou, ele foi pra via. Dez Sugest&otilde;es Para Ir Em Concursos P&uacute;blicos Passei por muito preconceito, em tal grau pela situa&ccedil;&atilde;o de estrada que eu me encontrava como tamb&eacute;m pela minha cor. O Futuro Do Mercado De Trabalho O Dia vezes fui assediado na pol&iacute;cia, perseguido e agredido por famosos. At&eacute; o colch&atilde;o que usava pra dormir foi queimado.</p>

<p>A vida nas ruas n&atilde;o &eacute; nada f&aacute;cil”, afirmou. O morador de avenida contou que o evento de n&atilde;o ter endere&ccedil;o f&iacute;sico causou diversos empecilhos pela procura de um emprego fixo. Desta forma, muitas vezes a forma de atingir sobreviver foi fazendo “bicos”. Valter mostrou que olhava os ve&iacute;culos nas ruas, fazia servi&ccedil;o de servente e limpava quintais. 2,00, por&eacute;m isto j&aacute; o ajudava a adquirir qualquer coisa para ingerir. Mesmo pela circunst&acirc;ncia &aacute;rduo, nunca deixou a f&eacute; de lado e a toda a hora que podia frequentava um centro esp&iacute;rita da cidade, aonde chegou at&eacute; a terminar os estudos sobre a doutrina. Pela passagem pelas ruas, conheceu o Centro de Fonte Especializado de Assist&ecirc;ncia Social (CREAS).</p>

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<p>E foi por interm&eacute;dio da diretora de prote&ccedil;&atilde;o social especial, Maria Augusta de Lacerda Ferreira, que veio a ideia de fazer o concurso. O edital foi apresentado em maio nesse ano. “Maria Augusta foi quem me apresentou o CREAS e tentou por algumas vezes conquistar um emprego pra mim. Sem sucesso, logo que o edital foi divulgado ela me incentivou a participar da concorr&ecirc;ncia.</p>

<p>Eu pensava que n&atilde;o seria apto, por&eacute;m com o apoio que recebi resolvi tentar”, mostrou. Depois da inscri&ccedil;&atilde;o, a rotina mudou e os livros e utens&iacute;lios preparat&oacute;rios ganharam espa&ccedil;o na vida dele. Como de imediato tinha o ensino m&eacute;dio, optou pela vaga de coveiro, profiss&atilde;o que a todo o momento chamou a aten&ccedil;&atilde;o. “Eu tive que me proporcionar muito.</p>

<p>Estudava nos bancos da pra&ccedil;a ou em cada territ&oacute;rio que eu estava. Ao menos 4 vezes no dia eu pegava nos livros e nos utens&iacute;lios que a Maria Augusta conseguiu para que eu estudasse. Lembro que ela me exigiu, ‘em troca da ajuda’ o 1&ordm; recinto do concurso e foi isto que aconteceu. Tive quatro meses pra me preparar”, declarou.</p>

<p>Nessa ter&ccedil;a-feira, 08 de dezembro, foi anunciado o consequ&ecirc;ncia definitivo da prova objetiva, e Valter dos Santos n&atilde;o se cansa de ver o nome no topo da classifica&ccedil;&atilde;o. O cargo que ele pleiteava tinha 21 candidatos inscritos pra tr&ecirc;s vagas, isto &eacute;, 07 candidatos por vaga. “De trinta pontos eu tirei 26. Eu n&atilde;o esperava deste jeito, porque achava que os al&eacute;m da conta candidatos eram mais capacitados que eu. Essa n&atilde;o &eacute; uma vit&oacute;ria s&oacute; minha, tive a ajuda de Deus e do pessoal do Creas, que ‘pegou em meu p&eacute;’, ‘puxou minha orelha’ e me fez confiar em uma quest&atilde;o que talvez nem sequer eu mesmo tinha cren&ccedil;a”, comentou.</p>

<p>805,18, mais privil&eacute;gios como vale-alimenta&ccedil;&atilde;o, vale transporte e plano de sa&uacute;de. “A primeira coisa que vou fazer com meu sal&aacute;rio &eacute; alugar uma moradia pra residir. Tive a chance e irei aproveit&aacute;-la bem. Almejo ainda fazer uma fam&iacute;lia e ser feliz, em raz&atilde;o de n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida que eu mere&ccedil;o”, concluiu. Maria Augusta foi quem incentivou Valter Fonseca pela caminhada rumo ao servi&ccedil;o p&uacute;blico.</p>

<p>Ela contou que descobriu o morador de rodovia em uma das rondas do Creas - Unidade P&uacute;blica da Pol&iacute;tica de 5 Informa&ccedil;&otilde;es Para Atravessar NO TJ/PE (FOCADO Pela BANCA IBFC) onde s&atilde;o atendidas fam&iacute;lias e pessoas que est&atilde;o em circunst&acirc;ncia de tra&ccedil;o social ou tiveram seus direitos violados. Ela descreveu que o convidou para notar o Creas e, a partir da&iacute;, tiveram um contato profissional superior.</p>

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